domingo, 22 de agosto de 2010

Pensei em escrever um livro. Pedi umas dicas a um poeta que disse: " escreva sobre seus amores, suas tristezas, se não as tiver invente-as" , nada muito original ou que eu já não soubesse. Pois bem, depois desta resposta, me veio á mente: A estrada foi longa, mas não infinita, erro meu achar que seria.
Não fiquei satisfeito. Não queria usar estrada como metáfora, pois são mais fáceis para explicar uma jornada, porem se optei por ela, não foi pela facilidade e sim pelo símbolo que é empregado, como se isso fizesse alguma diferença. Bom, talvez até o término do livro eu consiga outras palavras, outras metáforas que expressem melhor minha jornada.
Livro, livro é uma ótima, mas também é muito usada. vou tentar: O livro foi longo, mas não infinito, erro meu achar que seria. È, neste caso "estrada" soa melhor.

2 Diga lá::

Gêh disse...

Eu daria um beijo na boca do cara que inventou a metáfora ( como se a metáfora tivesse um dia sido inventada, dessa forma que descrevi!). Mas me pergunto o que seria de mim, de vc, e dessas outras almas perdidas pela poesia, se caso não existisse a metáfora? Mas veja, acho que um livro e uma estrada têm muito em comum. A estrada sempre te leva a algum lugar, o qual vc não pode imaginar. E o livro também, mas melhor que isso, te leva ao conhecimento e você pode fazer com ele o que bem entender pois só nós, leitores, temos em mãos, a chave de uma história!

Ge Dias disse...

muito bom, engraçado, irônico e metalinguístico! Tem a quem puxar, eheheh

Postar um comentário