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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

2002

Hoje faz onze anos que escrevi meu primeiro poema. Quando comecei, usava palavras com cheiro e sabores: “Rosas”, “vinho”. Falei da Lua, rimei com rua e até uma estrada nua. Era um poema sobre um primeiro e um último beijo de baixo de folhas de Laranjeiras:

“Lá estava ela, na rua.
Estrada nua
Com brilho da Lua
Beijei rosas
Chorei vinho”. 

Não sei o quanto eu “Evolui” nesses onze anos. Mas hoje continuo fazendo meu autorretrato com palavras, pois é a tinta que eu sei usar. Em toda poesia que escrevo tem algo de mim, óbvio, já que escrever, até mesmo para os mais reservados, é uma entrega, não absoluta, do que sentimos, queremos e somos, mesmo quando nem queremos ser ou notamos isso. Não sou um bom pintor de palavras, uso frequentemente a perspectiva errada. Meus traços, por vezes, se repetem.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Lá estava eu, lendo no trem, o que é habitual, lia encantado cada letra, me esforçando ao máximo para entender o espanhol de Borges, sim o Jorge Luís. Mas isso não é o importante aqui e sim minhas distrações momentâneas. Estranhamente, algumas palavras que não estavam no conto me vieram à mente, são elas: “Pássaro, Negro, visão, voo, Universo e saudade”.

Pensei em escrever algo com elas:


Das páginas de um livro,
Em um trem em movimento,
Lia letras de uma língua irmã
“El outro” era o Conto.
O Universo lá fora,
com suas gotas enferrujadas,
Colidia com o de dentro.
Chegou de repente.
Era uma chuva torta,
Que batia e insistia,
Que Queria entrar.
Abri a janela e deixei.

Um senhor cego,
Disse:
“Feche o vidro menino”
Não fechei.
Veio então, em voo alto,
Um pássaro negro que logo partiu.
“Saudade de quando podíamos molhar o rosto na chuva fria”.
Falou “o outro” no vagão.

Foi uma visão ou será que sonhei?

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Acho que Fim e Eternidade não são antagônicos. Creio que fazem parte de uma coisa só. Aliás, essa “coisa só” é a Eternidade e tudo Ela contempla: A Morte, o Amor, o ódio, o Fim. Quantos “etcs” cabem na Eternidade? O que é um Fim comparado a Ela?

Por isso penso que cada ato meu faz parte da Eternidade, de uma Eternidade pessoal. Cada Amor, cada beijo, cada desejo, cada sexo, é uma parte de minha Eternidade que vai morrer comigo. Que me transformou e transforma em algo que chamo de Eu. E esse "Eu", que conheço pouco, é algo que fica.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Além das Lâmpadas Mágicas

Há algumas lendas sobre pessoas que encontraram Lâmpadas Mágicas. Lembro-me de duas agora: a do pescador pobre que encontrou a lâmpada em um dos seus dias de pescaria, e ao tirar a tampa do estranho pote uma esquisita nuvem negra saiu de lá, era o gênio que de tanto ódio por estar preso prometeu que mataria o primeiro que o liberasse. O pescador pensou rápido, disse que era mentira que ele dizia que como que uma pessoa daquele tamanho caberia em um vasinho? O Gênio em sua ira orgulhosa se lança para dentro da jarra. O pescador a fecha e joga ao mar.
Outra é a do Aladim e a Lâmpada maravilhosa, que todos nos conhecemos, uns mais do que outros. O Gênio, desta vez, fica feliz por ser liberado e concede desejos. Nos dois casos o ser humano é superior ao Gênio, ao sobrenatural.
Livros são como Lâmpadas Mágicas. Seu conteúdo precisa dos leitores para libera-los. Podem nos matar ou conceder desejos. Já foi dito que um livro, se não os lemos, não podem nos servir de nada, é apenas um objeto geométrico de nenhum valor. Tal afirmação pode parecer obvia, e assim parece porque é verdade.
Livros são mais que Lâmpadas e seus conteúdos tem mais do que qualquer gênio possa oferecer. Creio que somos a imagem e semelhança dos livros. Precisamos ler e reler para existir

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Último trem com destino á Jundiaí. Escolho o banco mais afastado, para poder ler sem ser incomodado. Estratégia desnecessária, pois o vagão estava vazio. 
Todo aquele barulho, todo aquele silêncio. (“Barulho e silêncio juntos” foi o que pensei. Forças antagônicas, que por Nanosegundo, se encontram e se despedem.) 
Tudo naquele instante parecia marcar o Tempo. 
E eu, lendo sobre o Tempo ou sobre as coisas que o Tempo faz. 

Pensei “Quem é o antagonista do Tempo?”.

A Eternidade, o Infinito? 
Acho que é o Homem,
Ou melhor
Acho que é a Vida.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Uma impressão momentânea


Ás vezes, talvez mais, eu me sinto como se tivesse dois corações:
Um que vibra, mandando ao meu corpo uma música que não sei reproduzir em canção. Respiração de conteúdo codificada. O sangue inspira os dedos que arrancam do sonho um trecho de um Amor, que para existir até quando pode vira impressão de que existe.
O Outro, monotom-tumtumtum, mesmo pessimista, que me avisa: “está vivo até quando pode” faz parte da percussão desta minha anatomia musical. Música que me permite escrever, já que não sei tocar. Ou talvez seja apenas uma impressão que tenho. Escrever para ter a sensação de que existo. “Enquanto posso”

domingo, 10 de junho de 2012

Tudo que é eterno.

Descobri o problema das coisas Eternas. A Eternidade tem memória curta, coitada, não consegue guardar promessas, desejos, vontades. Esquece-se dos amores, dos sonhos, das amizades. É carente, moça triste, nunca será mulher. É imutável, permanente, nunca é mudança. Não é música.

Tudo que é eterno não vira lembrança. É preciso Amar, sonhar, desejar, ter amizade, sabendo que existe um fim. Melhor que tudo acabe. Porém é importante adiar o fim das boas coisas da vida. É preciso de Amizades e amores por toda a vida em cada instante novas e velhas pessoas, crescendo e mudando, sendo outro, sendo o mesmo. 

Viver e não ser eterno. Sentir que nos últimos segundos de vida que o começo, meio e fim é que valeram a pena, pois é preciso este ciclo e nada mais, por que tudo que é eterno, não dura.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Veni, vidi, perdidit

E lá vieram os portugueses em missão
E aqui viram a Cultura e não gostaram.
Derrubaram estatuas, derrubaram os corpos
mataram seus deuses e lhe venderam outro,
uma estatua loira de braços abertos no meio da clareira:
- Por que seu deus esta sangrando - disse o nativo.
- por que ele morreu para nos salvar - responde o português.
- E quem o matou?
- Fomos nós
- Por que?
- Este sacrificio veio para nós salvar
- Salvar de quê?
- Do inferno
- O que é isso?
- É um lugar horrivel que vão os pecadores, para queimar eternamente
- O que é um pecador?
- Pessoas que desrespeitam Deus
- Interessante, Nós temos um inferno aqui também, mas só queimamos frutas e animais, mas já que o Senhor insiste. Vamos leva-lo para a pedra do sacrificio e queima-lo no que ele chama de inferno
- Calma, por que vocês fariam isso?
- Estamos segundo seus ensinamentos, quem desrespeita Deus queima no inferno.

terça-feira, 27 de março de 2012

I e II


I

Qualquer pessoa que não se modifique durante sua vida, não é, por isso mesmo, a mesma pessoa do começo de sua existência, senão uma cópia falsa da atitudes, ideias e pensamentos da sua primeira existência.

É preciso se modificar para permanecer o mesmo.


II

Não há sentido em estar vivo, nunca houve e nunca haverá.Somos, possivelmente, um acidente quântico e estar vivo é só mais um dos acasos da vida. Podem vir com uma lista de objetivos, de possibilidades, de Amores e vontades, podem dizer que a vida é um dom e maravilhosa (essa ultima é verdade é bom estar vivo, mesmo sem motivos). Podem vir os mais otimistas e me falar de Deus, de Alla, de krishna, falar da Bíblia, do Alcorão ou do Mahabharata, infelizmente os argumentos serão vão, não me convencerei de um sentido, por mais bela que seja essas mitologias. Me desculpem os que creem, mas para mim o conforto divino não afaga. Me angustia estar vivo sem motivos. Porém uma vez que estou vivo, ou pelo menos acho que estou, quero me manter assim. Já que eternidade não é uma escolha, faço o possível para chegar aos 80 ou 100 com dignidade e morrer depois de um século, quem sabe dois, depois de muito aproveitar a vida.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

"Mulheres" seria um título complicado

A história está repleta de mulheres fascinantes, apaixonantes que lutaram por seus ideais e muitas outras milhares, milhões, que não ficaram famosas ou que a historia simplesmente esqueceu pelo simples fato de serem mulheres. Quantas teorias filosóficas, científicas e literária perdemos por termos sido tão esquecidos com essas mulheres?

Há tempos estive pensando em dedicar um texto em homenagem às mulheres. Dedico meus desejos, amores e anseios a elas. Sei que muitos poetas já lhes dedicaram ótimos textos e outros bens ruins. Porém, sem importar a qualidade propriamente, acho que cada homem nesta terra deveria uma vez na vida dizer seus sentimentos perante elas, escrever para elas.

Gosto de mulheres que ainda não perderam as esperanças em seus corações, que, mesmo que tenham sofrido ou ouvido falar dos sofrimentos de um amor  não correspondido ou finalizado, ainda estejam dispostas a começar do zero, pois eu sempre estou disposto a  Amar por absoluto e deixar ser amado por essas mulheres. O Amor dura o tempo que precisa, mais que isso é comodidade,  posso te Amar por um segundo ou por uma vida, mas Amei e esse amor segue comigo. Não limito  minha felicidade em tristeza passadas, o que é bobagem.

Estaríamos mentindo se, nos homens, dissemos que nunca falamos em uma roda de conversa com amigos o jargão: “mulheres eu não entendo; são seres tão complicados” onde o assunto, claro, é mulheres, futebol e em alguns casos raros sobre filosofias e anagramas.

De todos os recursos femininos o que mais me atrai não é o corpo, claro que belas curvas bem desenhadas no veludo de um pele morena, ou os cabelos sobre os olhos, me atraem, mas o que realmente me magnetiza é o olhar, o sorriso,  o jeito de falar, os lábios gesticulando, a inteligência. Me agrada a complexidade do coração feminino e a simplicidade com que eu as olho. Gosto de sentir intensamente, gosto do beijo inocente e todo o calor de uma noite.

Penso em seus caprichos e quanto mais penso, descubro: não entendo mesmo. Sim, são complicadas e por isso as Amo tanto. Me fascina  esse mistério. Sou curioso e lá no fundo não quero entender por completo. O que é de fácil compreensão logo perde o charme.

Todo homem precisa amar definitivamente uma mulher, uma que o tira do sério, que o chateie, que diga o que esta errado, que fala “não” querendo dizer qualquer outra coisa, e que o Ame também. Mesmo que seja por um segundo ou uma vida. Mas sempre deve-se falar que Ama, direta ou indiretamente.

Eu amo.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Apenas uma reflexão

Dizem que para encontrar Deus devemos procura-lo em nossos corações, assim obteremos respostas para as grandes angústias Humanas. Porém, muitos procuram Deus no coração do homem de mais de dois mil anos atrás e não no próprio coração, através de palavras e realidades de outros tempos. Ignoram o passar do Tempo, a geografia, a física, a biologia, o resto do Universo, etc. Focam-se no imutável, nas antigas interpretações das ovelhas e pastores. É preciso atualizar os desejos, as tentações, as angústias para nossos dias, procurar hoje as respostas para as perguntas de hoje, procurar no coração de hoje o Deus de hoje, seja ele Hindu, muçulmano, cristão ou qualquer outro que exista ou possa surgir no futuro ou  até mesmo que não exista.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A poesia

“A poesia não tem limites” Me disseram.
Realmente, conheço uma que matou um cara e tinha o dom de atravessar paredes.
Outra, roubava corações das pessoas e os guardavam em potes na geladeira.
Mas a mais perversa, a que nunca media esforços de sua ilimitação, era a que na madrugada ocupavam as mentes de poetas com insônia, aqueles que inventa palavras, que são empenhados em expressar o amor, ou seus amores, aqueles que sonham, que choram e fazem rir e os afrontam com frases banais, limitando o poeta a escrever os mesmos versos repetidas vezes.
Todo poeta já foi vitima da poesia.

terça-feira, 8 de março de 2011

Espelhos insistem em mostrar minhas costas

Se me permite, quero ter o direito de sentir, sem que com isso seja considerado um tolo.
Quero ter o direito de ainda Amar, sem que desperte ódio. Não me culpe por isso.

Afundei meu coração em razões e teorias que não sei decifrar.
Escondi a saudade tão intensamente que não consigo esquecer.
E nem assumir que não quero esquecer.

Escrever não é uma arte fácil. O Word e suas limitações não me permite expressar todas as coisas. Minhas limitações também não. E tudo o que quero expressar não é de interesse alheio. Sou eu quem me ouve agora.

Andar não é uma arte fácil. Os pés se confundem entre esquerda e direita, esquerda, tropeça.
Os pensamentos caem na estrada. Quem dera eu pudesse ler meus pensamentos.
Quero ter o direito de inventar o que penso.
Quero ter o direito de pensar que invento alguma coisa.
Quero ter o direito de pensar em qualquer coisa, sem que com isso pensem que não saí do lugar.

Existir não é uma tarefa fácil. Nunca se sabe o que realmente é.
Nunca se sabe quem realmente sou.
Se realmente cresci pequeno, não me culpe.
Se realmente estou crescendo, pequeno, esperarei para ser grande.

Se me permite, quero dizer uma última coisa: Quero ter o direito de ser repetitivo.
Quero ter o direito de ainda Amar, sem que desperte ódio. Não me culpe por isso.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Alguns querem mesmo é mudar o mundo com uma caixa de giz, outros apagam o melhor das cores com uma borracha verde, e outros tentam consertar os erros com lápís de pontas tortas. Os materiais foram espalhados, alguns em mãos erradas, mas quando temos os materiaos certos, um mundo a gente consegue compreender, o nosso, e lutamos para tornar compreencivel, usamos mesmo todas as ferramentas, mas ás vezes sem querer deixamos cair uma gota de tinta na camisa e nos tornamos compreenciveis, pelomenos para quem gosta de tintas em camisas.
Dizem, que o Mar beija o Céu uma vez em cada era, o Céu vê seus olhos no Mar, e o Mar o sorriso nos olhos do Céu, dizem que quando isso acontece, em fração de segundos imperceptiveis todos os mitos são verdade, e voc pode ter Amor, Paz e Felicidade verdadeiros, por uma fração de segundos, mas que dura sempre.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

São Paulo parece bem maior do que antes, milhões de vidas apertando os ossos no metro e trem. Vida Dura. Trabalhadores, sonhadores e guerreiros. Suas vidas não me interessam, não vou falar de suas lutas ou sonhos, de como chegaram até ali ou para onde vão, por que não me interessa, tampouco irei falar de como observei os carros em uma ponte do Anhagabau num sábado á noite, observei?. Eles estavam lá, passando de um lado do outro com seus faróis acesos, olhava para eles, mas sem interesse. A única coisa que me interessava naquele momento era uma leve brisa. Leve brisa. Leve embora, leve, brisa esses pensamentos e saudades embora, leve. Não levou, trouxe. O que podia se esperar de uma brisa de um sábado à noite? são tão desobedientes.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

É na rua que tenho meus momentos mais inspiradores, e são nesses momentos que corro um sério risco de ser atropelado, quem não corre? Em meu caso o risco é em dobro. Nela penso, crio, recrio, lembro, esqueço, sinto saudades, sou famoso, corrijo erros, sou herói, porem raramente esses devaneios consegue ser traduzidos para o papel, ou melhor, eu não consigo traduzi-los. Essas cores, formas, músicas e sensações, ah! nunca fui muito bom com as palavras e nem pretendo ser agora. Quando escrevo um texto, existe em cada palavra milhões de outras palavras, quando me expresso com a fala, gestos e olhares, existem milhões de outras falas, gestos e olhares e se fico calado é por que nenhuma palavra, gesto ou olhar seria suficiente para dizer o que sentia (ou sinto) naquele momento e são nesses momentos que eu mais precisei falar.

domingo, 22 de agosto de 2010

Pensei em escrever um livro. Pedi umas dicas a um poeta que disse: " escreva sobre seus amores, suas tristezas, se não as tiver invente-as" , nada muito original ou que eu já não soubesse. Pois bem, depois desta resposta, me veio á mente: A estrada foi longa, mas não infinita, erro meu achar que seria.
Não fiquei satisfeito. Não queria usar estrada como metáfora, pois são mais fáceis para explicar uma jornada, porem se optei por ela, não foi pela facilidade e sim pelo símbolo que é empregado, como se isso fizesse alguma diferença. Bom, talvez até o término do livro eu consiga outras palavras, outras metáforas que expressem melhor minha jornada.
Livro, livro é uma ótima, mas também é muito usada. vou tentar: O livro foi longo, mas não infinito, erro meu achar que seria. È, neste caso "estrada" soa melhor.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Às vezes é melhor deixar o papel em branco

Às vezes tento escrever, muitas ideias vem à mente, ficam vagando no cérebro, mas no papel saem outras palavras, algumas boas e outras tortas, mas juntas não dizem por completo exatamente o que desejo ou o que sinto. O que sinto? No momento uma imensa confusão. Tentei expressar essa confusão e olhem a metáfora maluca que surgiu: sinto-me uma balança de cordas finas e pendendo para um dos lados. Meio sem nexo, mas assim me sinto. Existe uma grande duvida em mim, duvida não é a melhor palavra, mas é a que consegui no momento, por enquanto fica esta. Vou parar de enrolar e ir direto onde desejo. Ultimamente estou fora de equilíbrio, meus pensamentos não me deixam dormir e quando deixam, sonho com eles. Conselhos?! Devo pedi-los? Já disseram que conselhos são perigosos e bons conselhos são absolutamente mortais, mas sem pensar em frases soltas de poetas mortos, preciso de conselhos e mais que conselhos eu preciso de opiniões, não se devo ou não seguir determinadas ideias, mas o que acham da que decidi seguir, sim estou decidido, mas posso mudar de pensamento, posso, mas no momento não quero.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Um conto e meio e uma xícara de café

Resolvi mudar o nome do Blog de Komédia para: Um conto e meio e uma xícara de café. Por que? por que enjoei do nome antigo, e também porque queria algo que desse a ideia sobre o processo de escrever.
Escrever qualquer coisa, um poema, um conto, uma piada. Entre um texto e outro uma xícara de café para varar a madrugada