quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Três reflexões de uma madrugada de quarta em ócio

I

Queria desenhar com carvão na terra mole.
Desenhar três árvore, depois um machado.
Pegar o machado, cortar a árvore,
fazer uma fogueira,
ter mais carvão e
escrever para o mundo,
que devemos parar de queimar árvores.
a não ser que plante outra, ai tudo bem.

II

Joguei meu relógio para cima,
para ver quanto tempo leva para cair.
Levou três segundos para subir e quatro para cair.
Estranho, deve ser alguma coisa no hemisfério .
Mentira, ele ficou preso na antena.
Mentira, nem tenho relógio.

III
 
Esqueci o café no fogo.
Volto em três Minutos.

IV

três...
É um número legal.

4 Diga lá::

Selenita disse...

Diga lá, seu mentiroso e caluniador, caluniador e mentiroso. Eu agora só uso celular pra ver hora, por isso queto vivendo mais, quebrei o celular e deixei em casa. O tempo só é inimigo do tempo!

Ge Dias disse...

o poeta é mentiros mesmo e você está levando isso às últimas consequências, parabéns!

Delano disse...

Cara, sério! gosto muito dos teus poemas. são criativos e divertidos, falando de temas tão banais. te admiro mesmo!

Rubi disse...

Quen ne dera ter tanta criatividade assim, quem me dera ...

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