quarta-feira, 25 de julho de 2012

Sobre o que não quero deixar passar

Sou um escritor ainda não declarado
Sincero até onde se pode ser,
Sou homem de sentir saudades,
De criar impossibilidades
De coração acelerado,
De sangue corrente,
De sonho constante.

Sonho enquanto beijo;
Beijo enquanto Amo;
Amo enquanto é tempo.

E é tempo.
Cada átomo meu ainda vive.

Quero existir além da forma de carbono,
Quero Amar além desta maneira,
Quero escrever além deste poema,
Quero me inspirar na inteligência,
Na beleza criativa da mulher.

Quero conhecer versos criminosos,
Que matam o que não vale a pena sentir,
Que correm o risco de serem ignorados.
É preciso correr o risco,
Senão, porque escrever poesia?

Quero mesmo é existir além desta vida.

12 Diga lá::

Café de Fita disse...

um bom poema!

Tiago Guillen

Mariana disse...

O que mais queria era poder ter a certeza de que existirei além dessa vida. Tenho pavor à finidade. E minha curiosidade sobre o futuro faz com que a imortalidade seja um dos meus mais platônicos desejos.

Guru do Metal disse...

os poemas tão melhorando cada vez mais

Lucas Adonai disse...

Poxa, você tem o dom!

AssiZ de Andrade disse...

Lindos versos!

intensos e verdadeiros. Imagino que seja bastante jovem e muito apaixonado pela escrita.

Já passei por essa fase; mas não escrevia com tanto beleza, tenho que confessar. Acredito que se der continuidade aos trabalhos de textos, irá longe. Sua escrita é clara.

Convido-lhe a conhecer meu blog literários.

Abrs!

www.redutonegativo.blogspot.com

Tati disse...

Sempre há poesia boa por aqui. Sempre é um bom motivo [te] visitar... e escrever talvez faça com que haja muitas vidas além dessa. Feliz dia do escritor =)

Ítalo Richard disse...

Muito lindo o poema. Bem escrito e intenso.

abraço,
www.todososouvidos.blogspot.com

Taua disse...

muito lindo o poema.

Macaco Pipi disse...

Escrevendo você deixa um legado!



http://www.ziqzira.com.br/

AMOR A GENTE NÃO ESQUECE disse...

MUITO BOM CADA VEZ VOCÊ SE SUPERA UM POUCO MAIS

Cármen Machado disse...

Olá, Filipe!
Sempre com as palavras certas.
Estão nos teus poemas os tão necessários "versos criminosos,
Que matam o que não vale a pena sentir,"
Parabéns.
Abç,
Cármen Machado.

@qFernando disse...

Mais que uma poesia, achei esse texto muito musical, a segunda e terceira estrofe juntas dão um refrão sensacional, já pensou em musicar esse texto? #fikdik
Abraços.
Até Mais
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http://anteontemmusical.blogspot.com.br/

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