segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Sobre a semântica, o tempo e o Amor.

Sou anacrônico na poesia e no amor, tudo que escrevo tem, direta ou indiretamente, relação com o Tempo, trago outros tempos à visão deste instante.
O que sou hoje e não serei a manhã é um mistério indefinido, e eu sou a favor das coisas indefinidas, sou a favor do Amor e que sua definição nunca chegue a ser encontrada. Amo agora como amei nos princípios de meus Tempos, porém a semântica agora é outra.

6 Diga lá::

Tainá disse...

Pois é né Filipe, nos conhecemos através da escrita, de um entender o outro e entender cada espaço dado de palavra em palavra.
Você é um cara incrível, com uma capacidade de interpretação e escrita maior ainda.
Os que sofrem de amor, são capazes de demostrar em um papel todo o significado extenso do amor, com uma frase. Os que sofrem por egoísmo, perdem-se no meio do nada e acabam venerando e interpretando de forma errada as mensagens que passamos.
Continue assim, eu adoro ler você. É como se de uma forma insana eu tivesse você aqui do meu lado, falando baixinho "Continue Tainá, vá atrás do seu amor, vá com calma, você chega lá..." Obrigada por não me deixar desistir e ser sempre tão a favor do amor.

Victor Lourenço disse...

Devemos sempre viver o dia de hoje, sem pensar no amanhã. Vai que ele é o último?

Caroline Luft disse...

Incrível :D

Marco disse...

coisa de poeta experiente

Morini disse...

Você ama como uma criança? o.O

Lucas Adonai disse...

Muito bom!

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